O IBGE tem razão quando aponta o Jorge Teixeira como area que possui moradias assemelahdos à favela principalmente a beira dos igarapés e encosta de morros. Acontece que conforme foi divulgado passa a impressão que todo bairro é composto de favela, o que não é verdade.
Alias há tempo os moradores do Bairro evoluem financeiramente e intelectualmente a ponto de sermos um bairro atrativo para investimentos de grandes grupos de supermecardos dentre outros investidores.
Confira a reportagem do Jornal Acritica:
Pesquisa do IBGE define novas áreas de favela em Manaus
Trabalho final deverá ser apresentado no final deste mês, apartir de cruzamento de dados com órgãos da Prefeitura e do Governo do Estado, e posteriormente enviado ao IBGE de Brasília
Manaus, 02 de Junho de 2011
Síntia Maciel e Tayana MartinsVídeo
Ao menos 41 uma áreas de ocupações irregulares foram identificadas em Manaus, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), durante o Censo Demográfico de 2010.
Os trabalhos de caracterização, delimitação e classificação das referidas áreas servirão para definir os trechos de favela e assemelhados em Manaus.
Os resultados foram divulgados na manhã de hoje (2) pelo IBGE, durante uma reunião na sede do órgão, localizada no bairro São Jorge, Zona Leste de Manaus, e conto com a presença de representantes de secretarias municipais e estaduais, entre outros órgãos envolvidos com o tema.
Entre as áreas identificadas pelo IBGE estão Colônia Terra Nova, Monte das Oliveiras e Nossa Senhora de Fátima – ambos localizados na Zona Norte -, e Jorge Teixeira, São José, Zumbi e Tancredo Neves – na Zona Leste -, além de trechos habitados nos igarapés do Quarenta e do Crespo – Zona Sul -, e do São Raimundo – Zona Oeste.
Os dados obtidos pelo IBGE serão comparados com informações de órgãos municipais e estaduais, e o resultado final da pesquisa – que deverá ser concluído até o final de junho -, será encaminhado para o IBGE de Brasília, para a pesquisa nacional, que será publicada em outubro deste ano.
Comentário de Mauricio Medeiros: As manchetes utilizadas nos jornais, realmente, apresentam uma incoerência com a realidade. Basta ler-se um trecho da matéria ou mesmo comparar a mesma matéria publicada em diferentes mídias que percebemos que a manchete se torna imprópria, generalizada, sensacionalista e depreciativa. Deveria-se comportar como um meio de utilidade pública, contribuindo com o desenvolvimento local e não uma forma a mais de denegrir geograficamente cidadãos manauenses.
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